Up!
Depois de tanto tempo sem escrever uma única linha,
Num período inerte, enclausurada em si mesma, calada, fechada...
Sem razões específicas, só em silêncio!
Na esperança de que silêncio fosse luz para ajudar a clarear a escuridão em que me via!
Grata pelo que sou e tenho, mas ciente que muito havia por fazer e ser...
Rodeada de tanto afeto e ao mesmo tempo sempre tão carente,
Buscando atenção e afeição em qualquer pedaço de carne que eu visse passar por meus olhos...
Tendo comigo inúmeras preocupações, muitas responsabilidades, milhares de metas a serem cumpridas e lá no fundo da alma aquele único desejo de só mais 5 minutos olhando para o nada, na esperança de que o nada virasse resposta, solução e absoluta calmaria, num coração que é turbulento até em tempos de sossego...
Precisando de calar tantas vozes que insistem em mesmo quando estão mudas, a gritar incessantemente que nada fiz ou que fiz muito pouco...
Tive esperança de que fosse fase, que passaria, calmaria, calaria, pacificaria, baixaria a poeira tão alta de confusões e falta de entendimento do que realmente acontece aqui dentro, ali fora e no restante dos tantos lugares que estive, seja de passagem, seja aqueles que quis habitar, mas, não recebi permissão para isso!!!
E foram muitos lugares onde quis e não pude fazer morada, hoje, faço morada em mim mesma, mesmo sendo tão bagunçado por aqui, procuro neste local me reconhecer, isso mesmo, nessa bagunça toda me vejo, me vejo na escuridão, na esperança, no silencio escandaloso, nos barulhos mudos, na fraqueza tão forte, na miséria tão presente...Me vejo no que faço, no que não faço e no que poderia ter feito de alguma forma, escrevo hoje para que as palavras sirvam de vagalumes na escuridão, cigarra no silêncio e formiga na fraqueza!!! Escrevo para fortalecer, espairecer e enobrecer as confusões tão esclarecidas que trago dentro do meu ser!
Num período inerte, enclausurada em si mesma, calada, fechada...
Sem razões específicas, só em silêncio!
Na esperança de que silêncio fosse luz para ajudar a clarear a escuridão em que me via!
Grata pelo que sou e tenho, mas ciente que muito havia por fazer e ser...
Rodeada de tanto afeto e ao mesmo tempo sempre tão carente,
Buscando atenção e afeição em qualquer pedaço de carne que eu visse passar por meus olhos...
Tendo comigo inúmeras preocupações, muitas responsabilidades, milhares de metas a serem cumpridas e lá no fundo da alma aquele único desejo de só mais 5 minutos olhando para o nada, na esperança de que o nada virasse resposta, solução e absoluta calmaria, num coração que é turbulento até em tempos de sossego...
Precisando de calar tantas vozes que insistem em mesmo quando estão mudas, a gritar incessantemente que nada fiz ou que fiz muito pouco...
Tive esperança de que fosse fase, que passaria, calmaria, calaria, pacificaria, baixaria a poeira tão alta de confusões e falta de entendimento do que realmente acontece aqui dentro, ali fora e no restante dos tantos lugares que estive, seja de passagem, seja aqueles que quis habitar, mas, não recebi permissão para isso!!!
E foram muitos lugares onde quis e não pude fazer morada, hoje, faço morada em mim mesma, mesmo sendo tão bagunçado por aqui, procuro neste local me reconhecer, isso mesmo, nessa bagunça toda me vejo, me vejo na escuridão, na esperança, no silencio escandaloso, nos barulhos mudos, na fraqueza tão forte, na miséria tão presente...Me vejo no que faço, no que não faço e no que poderia ter feito de alguma forma, escrevo hoje para que as palavras sirvam de vagalumes na escuridão, cigarra no silêncio e formiga na fraqueza!!! Escrevo para fortalecer, espairecer e enobrecer as confusões tão esclarecidas que trago dentro do meu ser!
Comentários
Postar um comentário