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Mostrando postagens de julho, 2015

Da coragem que o amor exige...

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Refletindo sobre o ato de amar e em tudo que este ato exige me questiono por horas a fio: Nesta sociedade em que o "amor" está nos slogans de industrias alimentícias, roupas, sapatos, futilizando o sentimento que segundo a Bíblia é o próprio Deus, o que seria considerado amor ou amar?  Uma sociedade que não é capaz de colaborar para a construção de relações duradouras, mas nos mostra o tempo todo que é simples aderir a cultura BBB: não me agrada eu te elimino e acabou, finish para você, vamos para o próximo... O que seria amor ou amar? Uma geração de lista de exigências e expectativas vazias sobre o outro, que inclusive inverte valores, exaltando o que não é importante e deixando como detalhe o que seria trivial... O que seria amar? Ou a palavra seria "beneficiar"? Uma sociedade que cultua a infidelidade como correto e a valores morais como ser brega, antiquado ou algo do tipo... Amor seria o que por aqui? Me questiono o quanto a ausência de amor por aí inf...

Dos sentimentos que trazemos no coração...

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Hoje eu me peguei sentada frente ao notebook me questionando o poder que os sentimentos tem sobre nós (meros e felizes mortais), no quanto uma coisa ou outra aqui dentro do peito influenciam em todo o resto, no quanto o que se passa dentro do tal coração pode resultar em muitos sorrisos bobos pela noite e se bobear pelo restante da semana, como também pode nos fazer não ter vontade de sair da cama, ou de realizar as melhores atividades da vida (comer é um excelente exemplo), o meu conhecimento sobre o assunto é limitado confesso, são apenas 24 anos carregando sentimentos por aí, e nestes anos venho arduamente tentando lidar com cada um deles da melhor forma possível, forma esta que conserve não só minha psique, mas, também o porta-jóias de sentimentos (vulgo: coração) intacto...  Na caminhada já me deparei com tantas coisas, desde sentimentos inventados (sim, eu os inventei, baseado nos livros, filmes e anseios que trazia comigo, estes foram próprias do início da adolescência), ...

A arte de saber o que se quer

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Ter foco é ter uma linha reta para seguir e continuar nesta linha, haja o que houver, mesmo você sendo apaixonada(o) por borboletas, precisa continuar, mesmo que uma boana (coletivo de borboletas) esteja do outro lado do caminho, mesmo que estas borboletas tenham varias cores, formas e tamanhos, o foco não são elas e sim o caminho. O único problema é não desviar o olhar, não querer estar perto do que atrai os olhos e faz nem que seja por uma fração de segundos vibrar o coração. A vida em si nos oferece muitas distrações, não só as lindas e diversificadas borboletas, temos na vida as distrações da desesperança, as dificuldades também denominadas pedras no caminho, o desânimo, o cansaço, as frustrações, as paixões, as comodidades, a zona de conforto, as outras pessoas com seus discursos carregados de negatividade e reclamações que não nos levam para lugar nenhum (reclamar faz parte, eu também reclamo, quem nunca? Mas reclamar o tempo todo é doença). Fico sempre refletindo e...