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Mostrando postagens de novembro, 2015

tá bem e zen

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Ele inicia um diálogo: Ei? Tô vendo daqui uma lágrima escorrer? Espera, posso sentir sua respiração... Você está chorando? Sua voz está embargada entre lágrimas, espera aí! Qual motivo? Você chora? Me diz, qual motivo das lágrimas? Ela prossegue em silêncio... Mas será que o silêncio não diz? Será que não há voz em todo silêncio? Uma vez ela disse que não necessariamente se chora por tristeza, Sabe que eu concordo com ela? Se chora de alegria, emoção, afeto, cansaço... Acho que ela está cansada... E no meio do seu cansaço há tantas lágrimas, (onde tudo vai bem não há motivos para chorar... Será que no fundo tudo estava bem?) a espera dói e cansa, e talvez cada lágrima representasse só isso, a dor que o cansaço traz... ela cansou de ver partir, cansou de ser uma opção, de ser a que tem que ouvir que poderia ter acontecido um lance legal, que aconteceu até o lance legal mas não é isso, que se não fosse com a fulana seria com ela, que aquele bonitinho ali é bonzi...

Aprendendo a por ponto final...

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Ele se declarou arrependido... Mas o que seria arrepender-se? Certamente causou dano com sua ação, não somente a si, mas também ao outro... um terceiro que é parte da história sem ser! Se arrependeu, repensou, quer recomeçar, ser novo de novo e não voltar a cair! Deus sabe como foi difícil perceber que só eu não queria ponto final, que só eu gostaria de uma continuidade sem interrupções, sem vírgula e muito menos interrogações... As interrogações não existiam dentro daquele Abraço, ah seus Abraços! Vou todos os dias acordar decidida encontrar no mundo um abraço como esse! (Que Deus me ajude!) E hoje ele se arrependeu, se decidiu, parou, pensou... E qual a minha postura diante da revolução que um arrependimento causa? Se antes eu era uma das coisas que roubavam a paz e trazia a dúvida? Se era eu o motivo da queda, da falha, do erro? Se eu que tanto fiz que coloquei em risco o outro em vista dos meus egoísmos? O que me resta? Quisera eu me decidir também! Como me arrepender...

Sem saber o que sou...

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De todas as coisas que me faltam descobrir sobre o que realmente quero da minha vida vejo claramente o que não quero, como se isso fosse algo que aos poucos vá me esclarecendo o que eu busco e desejo encontrar... Sei que não quero em nenhum momento ser terceira opção, aceitando no máximo ser segunda opção pois sei que Deus (e apenas Ele) merece os primeiros lugares em toda e qualquer situação... Sei que não quero passar sábados ou domingos sozinha pq existem outras prioridades que não Deus e que não eu... Sei que não quero duas ou três horas de carinho e o resto da vida sozinha da forma que sempre fui... Sozinha para o cinema, sozinha para a missa, sozinha para ler um livro e sozinha na hora que deveria ter colo e cafuné... Não quero uma pessoa ao meu lado que não sabe o que quer... Que me beija e beija outra como se nada tivesse acontecido e como se isso fosse algo normal ou sem tanta importância... Sei que não quero receber convites de casamentos de pessoas nas quais o m...

Entre fila e moradas

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Quem está livre de na fila do mercado ser surpreendida por um olhar fixo de um rapaz (gatinho) ?  Um olhar diferente dos olhares convencionais mas que te faz refletir: Ele está me olhando, mas não é só isso, ele viu algo que as demais pessoas que passaram por mim hoje não viram...  Gosto de uma frase que diz algo do tipo "muitas pessoas me vêem, me olham, mas, quase nenhuma me enxerga" (ou essa é a minha forma de escrever essa frase rs mas no geral ela diz isso) , tive a impressão de ter sido enxergada numa fila de um mercado qualquer, esperando por um lanche qualquer, numa tarde qualquer, de mais um dia de folga qualquer em que eu seguia com minha vida, com meus amigos e familiares, na nossa rotina de sempre, comer, rir e conversar, mas neste dia qualquer, dia comum, o incomum aconteceu e eu nem mesmo percebi, foi como uma escritor amado diz "foi como cair no sono" de mansinho algo aconteceu, eu vi e nem percebi... Das muitas coisas improváveis que acontecem...