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Mostrando postagens de 2015

tá bem e zen

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Ele inicia um diálogo: Ei? Tô vendo daqui uma lágrima escorrer? Espera, posso sentir sua respiração... Você está chorando? Sua voz está embargada entre lágrimas, espera aí! Qual motivo? Você chora? Me diz, qual motivo das lágrimas? Ela prossegue em silêncio... Mas será que o silêncio não diz? Será que não há voz em todo silêncio? Uma vez ela disse que não necessariamente se chora por tristeza, Sabe que eu concordo com ela? Se chora de alegria, emoção, afeto, cansaço... Acho que ela está cansada... E no meio do seu cansaço há tantas lágrimas, (onde tudo vai bem não há motivos para chorar... Será que no fundo tudo estava bem?) a espera dói e cansa, e talvez cada lágrima representasse só isso, a dor que o cansaço traz... ela cansou de ver partir, cansou de ser uma opção, de ser a que tem que ouvir que poderia ter acontecido um lance legal, que aconteceu até o lance legal mas não é isso, que se não fosse com a fulana seria com ela, que aquele bonitinho ali é bonzi...

Aprendendo a por ponto final...

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Ele se declarou arrependido... Mas o que seria arrepender-se? Certamente causou dano com sua ação, não somente a si, mas também ao outro... um terceiro que é parte da história sem ser! Se arrependeu, repensou, quer recomeçar, ser novo de novo e não voltar a cair! Deus sabe como foi difícil perceber que só eu não queria ponto final, que só eu gostaria de uma continuidade sem interrupções, sem vírgula e muito menos interrogações... As interrogações não existiam dentro daquele Abraço, ah seus Abraços! Vou todos os dias acordar decidida encontrar no mundo um abraço como esse! (Que Deus me ajude!) E hoje ele se arrependeu, se decidiu, parou, pensou... E qual a minha postura diante da revolução que um arrependimento causa? Se antes eu era uma das coisas que roubavam a paz e trazia a dúvida? Se era eu o motivo da queda, da falha, do erro? Se eu que tanto fiz que coloquei em risco o outro em vista dos meus egoísmos? O que me resta? Quisera eu me decidir também! Como me arrepender...

Sem saber o que sou...

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De todas as coisas que me faltam descobrir sobre o que realmente quero da minha vida vejo claramente o que não quero, como se isso fosse algo que aos poucos vá me esclarecendo o que eu busco e desejo encontrar... Sei que não quero em nenhum momento ser terceira opção, aceitando no máximo ser segunda opção pois sei que Deus (e apenas Ele) merece os primeiros lugares em toda e qualquer situação... Sei que não quero passar sábados ou domingos sozinha pq existem outras prioridades que não Deus e que não eu... Sei que não quero duas ou três horas de carinho e o resto da vida sozinha da forma que sempre fui... Sozinha para o cinema, sozinha para a missa, sozinha para ler um livro e sozinha na hora que deveria ter colo e cafuné... Não quero uma pessoa ao meu lado que não sabe o que quer... Que me beija e beija outra como se nada tivesse acontecido e como se isso fosse algo normal ou sem tanta importância... Sei que não quero receber convites de casamentos de pessoas nas quais o m...

Entre fila e moradas

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Quem está livre de na fila do mercado ser surpreendida por um olhar fixo de um rapaz (gatinho) ?  Um olhar diferente dos olhares convencionais mas que te faz refletir: Ele está me olhando, mas não é só isso, ele viu algo que as demais pessoas que passaram por mim hoje não viram...  Gosto de uma frase que diz algo do tipo "muitas pessoas me vêem, me olham, mas, quase nenhuma me enxerga" (ou essa é a minha forma de escrever essa frase rs mas no geral ela diz isso) , tive a impressão de ter sido enxergada numa fila de um mercado qualquer, esperando por um lanche qualquer, numa tarde qualquer, de mais um dia de folga qualquer em que eu seguia com minha vida, com meus amigos e familiares, na nossa rotina de sempre, comer, rir e conversar, mas neste dia qualquer, dia comum, o incomum aconteceu e eu nem mesmo percebi, foi como uma escritor amado diz "foi como cair no sono" de mansinho algo aconteceu, eu vi e nem percebi... Das muitas coisas improváveis que acontecem...

"O amor é gratuito por definição...

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nenhum amor é merecido" Pq não se trata de merecimento... Se trata do que eu sinto e do que faço com que eu sinto... Amar é ação, não é teoria... É fazer, realizar... É estampar sorriso no rosto e fazer o coração ser aquecido... É não se limitar ao medo, mas ir além dele, fazendo de coração e de alma o necessário e um pouco mais... Pois o Amor é isso, um pouco mais,  um pouco mais do que mereço,  um pouco mais do que sonhei,  um pouco mais do que posso alcançar... É realizar na liberdade, na alegria, no afeto, na lágrima e até mesmo na dor, mas não parar nisso, o amor é quando eu sigo para além disso e continuo amando... Continuo ofertando, de forma gratuita e absoluta, sem reter, sem mensurar, só ofertando, mesmo sem nada receber e ainda assim ter forças para dar mais, amar mais, ofertar um pouco mais... Amar é quando você esquece de si em favor do outro, esquece sua vontade,  sua necessidade, seu sonho,  sua alegria, sua miséria,  s...

Onde podes me alcançar...

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Depois de assistir a releitura do livro "O pequeno príncipe" confesso que fiquei tão comovida (se é que essa seria a melhor descrição) que voltei a folhear as páginas desse clássico em busca de mais e mais motivos para repensar, pensar e pensar de novo na minha vida... (Como se eu já não fizesse muito e muito isso)... Porém, uma frase me fez parar, ler, reler, ler de novo e continuar lendo... O autor diz o seguinte: "Punha-me onde ela pudesse me alcançar" --' Parei por muitos instantes nessa frase, tentando entender o que de fato ele disse... E como uma ventania que abre as portas de tão forte me veio o entendimento de frase que se tornou tão cheia de significados... Vejo isso tão presente no meu dia-a-dia, ao acordar em minha casa, é fácil me colocar onde minha Labradora pode me alcançar, muitas vezes em silêncio, fazendo um carinho ou jogando um brinquedo, falando apenas palavras repetidas e que estimulem a euforia dela,  quando encontro meus pa...

Sentido

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Os dias vão passando, as coisas vão acontecendo... É tudo tão corrido que nem conseguimos nos dar conta do que passou, do que foi, do que é ou vai ser... Tanta coisa todo dia, tão poucos dias para tantas coisas, me parece que faltam dias nas minhas horas e horas nos meus dias... E tem dias que eu passo dormindo, apagada, hibernada, cansada mesmo, porém, mesmo dormindo horas, ainda me sinto assim, com metade do mundo nos ombros... Mil livros para ler, um relatório para acabar, um tcc para continuar e eu aqui, querendo nada ou coisa alguma... Olho para tudo e tenho a leve impressão que não enxergo nada... Tenho saudade de alguém que ainda não foi mas eu sei que vai em breve... Olho para vida dessa pessoa e questiono a minha vida, as minhas ações e as minhas escolhas... E com isso me sinto paralisada, com medo, medo mesmo! Medo do que virá... O que vai ser... Descobri com essa pessoa que sim, existe um mundo maior do que o mundo que minha visão limitada enxergava... ...

Da coragem que o amor exige...

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Refletindo sobre o ato de amar e em tudo que este ato exige me questiono por horas a fio: Nesta sociedade em que o "amor" está nos slogans de industrias alimentícias, roupas, sapatos, futilizando o sentimento que segundo a Bíblia é o próprio Deus, o que seria considerado amor ou amar?  Uma sociedade que não é capaz de colaborar para a construção de relações duradouras, mas nos mostra o tempo todo que é simples aderir a cultura BBB: não me agrada eu te elimino e acabou, finish para você, vamos para o próximo... O que seria amor ou amar? Uma geração de lista de exigências e expectativas vazias sobre o outro, que inclusive inverte valores, exaltando o que não é importante e deixando como detalhe o que seria trivial... O que seria amar? Ou a palavra seria "beneficiar"? Uma sociedade que cultua a infidelidade como correto e a valores morais como ser brega, antiquado ou algo do tipo... Amor seria o que por aqui? Me questiono o quanto a ausência de amor por aí inf...

Dos sentimentos que trazemos no coração...

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Hoje eu me peguei sentada frente ao notebook me questionando o poder que os sentimentos tem sobre nós (meros e felizes mortais), no quanto uma coisa ou outra aqui dentro do peito influenciam em todo o resto, no quanto o que se passa dentro do tal coração pode resultar em muitos sorrisos bobos pela noite e se bobear pelo restante da semana, como também pode nos fazer não ter vontade de sair da cama, ou de realizar as melhores atividades da vida (comer é um excelente exemplo), o meu conhecimento sobre o assunto é limitado confesso, são apenas 24 anos carregando sentimentos por aí, e nestes anos venho arduamente tentando lidar com cada um deles da melhor forma possível, forma esta que conserve não só minha psique, mas, também o porta-jóias de sentimentos (vulgo: coração) intacto...  Na caminhada já me deparei com tantas coisas, desde sentimentos inventados (sim, eu os inventei, baseado nos livros, filmes e anseios que trazia comigo, estes foram próprias do início da adolescência), ...

A arte de saber o que se quer

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Ter foco é ter uma linha reta para seguir e continuar nesta linha, haja o que houver, mesmo você sendo apaixonada(o) por borboletas, precisa continuar, mesmo que uma boana (coletivo de borboletas) esteja do outro lado do caminho, mesmo que estas borboletas tenham varias cores, formas e tamanhos, o foco não são elas e sim o caminho. O único problema é não desviar o olhar, não querer estar perto do que atrai os olhos e faz nem que seja por uma fração de segundos vibrar o coração. A vida em si nos oferece muitas distrações, não só as lindas e diversificadas borboletas, temos na vida as distrações da desesperança, as dificuldades também denominadas pedras no caminho, o desânimo, o cansaço, as frustrações, as paixões, as comodidades, a zona de conforto, as outras pessoas com seus discursos carregados de negatividade e reclamações que não nos levam para lugar nenhum (reclamar faz parte, eu também reclamo, quem nunca? Mas reclamar o tempo todo é doença). Fico sempre refletindo e...